GURUPI

POLÍCIA

Polícia Civil realiza fiscalização em instituições de acolhimento de idosos em Taguatinga durante Operação Virtude

Publicado em

Com o objetivo de promover ações que assegurem o bem estar da população em geral, policiais civis da 103ª Delegacia de Polícia de Taguatinga realizaram, ao longo desta semana, ações de fiscalização em instituições de acolhimento de idosos no município. A iniciativa faz parte da Operação “Virtude”, coordenada pela Secretaria da Segurança Pública (SSP/TO) e executada em todo o Estado do Tocantins.

O delegado-chefe da 103ª DP, Lucas Rodrigues explica que a operação teve como objetivo verificar as condições de abrigo, alimentação, atendimento à saúde, rotina de visitas e demais aspectos relacionados ao bem-estar dos idosos institucionalizados. Em Taguatinga, foram visitadas duas instituições que, juntas, acolhem 28 idosos.

A ação contou com o apoio técnico da Secretaria Municipal de Vigilância Sanitária e da Assistência Social, promovendo uma atuação integrada entre os órgãos de proteção e fiscalização. Durante as visitas, os agentes da Polícia Civil inspecionaram os ambientes físicos, entrevistaram os idosos, analisaram suas condições de saúde, conferiram a regularidade das visitas familiares e dialogaram com os responsáveis pelas instituições.

Leia Também:  SSP/TO cria Conselho Comunitário de Segurança em Taquaruçu e empossa nova diretoria

De acordo com o delegado titular da 103ª DP, a iniciativa reforça o compromisso da Polícia Civil com a proteção dos grupos vulneráveis. “A Operação Virtude é uma ação estratégica que visa garantir os direitos dos idosos e assegurar que estejam sendo acolhidos com dignidade e respeito. Em Taguatinga, a atuação da Polícia Civil tem sido pautada pela responsabilidade social e pelo zelo à vida”, destacou.

A Operação Virtude é uma mobilização estadual que envolve todas as delegacias do Tocantins, com foco na fiscalização de instituições de longa permanência para idosos, casas de acolhimento e outros espaços que recebem pessoas em situação de vulnerabilidade. A ação busca prevenir violações de direitos, promover melhorias nos serviços prestados e fortalecer a rede de proteção social.

A Secretaria da Segurança Pública reforça que denúncias sobre irregularidades em instituições de acolhimento podem ser feitas de forma anônima, por meio dos canais oficiais da Polícia Civil.

Advertisement

POLÍCIA

Ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins para extração de dados de celulares é disponibilizada para forças de segurança de todo o país

Published

on

Uma ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins foi disponibilizada gratuitamente para instituições de segurança pública de todo o Brasil. A tecnologia é voltada à extração de evidências digitais em aparelhos celulares apreendidos. A aplicação MOB158 foi desenvolvida pelo delegado de Polícia Civil Fellipe Crivelaro para auxiliar policiais na documentação de informações presentes em dispositivos móveis, observando os requisitos legais da cadeia de custódia digital.

O nome da ferramenta faz referência à palavra inglesa mobile (celular) e ao artigo 158 do Código de Processo Penal, que trata da cadeia de custódia das evidências. A aplicação permite realizar capturas de tela (screenshots) e gravações da tela (screen recorder) de aparelhos com sistema Android, gerando registros organizados que podem ser utilizados durante investigações criminais.

Um dos principais diferenciais do MOB158 é que todo o processo de extração é realizado em conformidade com as normas previstas nos artigos 158-A e seguintes do Código de Processo Penal, que disciplinam a preservação da cadeia de custódia das provas digitais.

Leia Também:  Foragidos da Justiça do Distrito Federal e de Goiás por roubo e homicídio são presos pela Polícia Civil no Sul do Estado

Para garantir a autenticidade das evidências coletadas, a ferramenta gera automaticamente hashes criptográficos, que funcionam como uma impressão digital única de cada arquivo produzido. Caso qualquer imagem ou vídeo seja alterado posteriormente, mesmo que minimamente, o hash também será modificado, permitindo identificar imediatamente qualquer tentativa de adulteração da prova. Esse procedimento é amplamente utilizado na perícia digital para demonstrar que o conteúdo permaneceu íntegro desde sua coleta.

Além disso, o sistema utiliza chaves PEM, padrão internacional empregado para armazenamento de certificados e chaves criptográficas. Elas permitem a assinatura digital dos arquivos produzidos, conferindo autenticidade ao material e possibilitando verificar que os registros foram gerados pela ferramenta.

Outro recurso da plataforma é a possibilidade de personalização do relatório de extração. Cada instituição pode inserir sua identidade visual, além de informações como número do procedimento policial e identificação do envelope de vestígio, facilitando a documentação e o gerenciamento da prova digital.

Continue Reading

GURUPI

TOCANTINS

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA