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Busca Ativa Escolar

Prefeitura de Gurupi supera meta do Busca Ativa Escolar com dois meses de antecedência

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Com ações efetivas, a Prefeitura de Gurupi por meio da Secretaria Municipal da Educação conseguiu garantir o acesso à educação para quase 70% dos alunos que estavam ‘evadidos’. O quantitativo total, segundo censo de 2021, era de que o município de Gurupi estaria com 147 alunos fora da escola. E depois de um trabalho intersetorial, a Secretaria Municipal da Educação, rematriculou 100 alunos, chegando a 68% da meta, ainda em 30 de março desse ano.

Segundo a coordenadora operacional do programa em Gurupi, Jessica Sarah Campos, o resultado só foi possível por causa de um trabalho integrado e comprometimento da equipe. “O BAE (Busca Ativa Escolar) é uma estratégia que tem por objetivo a garantia de diretos das nossas crianças e adolescentes, a pandemia trouxe uma realidade triste de evasão e exclusão escolar em nosso município, principalmente na educação infantil e no ensino médio, diante desse cenário a Prefeitura de Gurupi realizou a adesão ao BAE, por meio do Selo Unicef, trabalhando arduamente de maneira intersetorial, com o objetivo de regatar essas crianças e adolescentes e garantir o acesso a educação, saúde e outros. Conseguimos alcançar a meta, mas nosso trabalho ainda não acabou, estamos trabalhando para em breve atingir 100% de (Re)matriculas na nossa rede de ensino”, ressaltou.

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Busca Ativa Escolar

A iniciativa, desenvolvida em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e outras entidades, tem como objetivo identificar e trazer de volta para a escola crianças e adolescentes que estejam fora do ambiente escolar.

Essa é uma ferramenta essencial para o combate à evasão e ao abandono escolar, promovendo o direito à educação e possibilitando um futuro melhor para as crianças e jovens do município. A Prefeitura de Gurupi, liderada pela prefeita Josi Nunes implementou estratégias eficazes que resultaram no cumprimento da meta, de resgatar no mínimo a metade dos alunos considerados evadidos ou excluídos da rede municipal de ensino, antes mesmo do prazo estabelecido (31 de maio de 2023).

BAE em Gurupi

Desde o início do programa, a Prefeitura de Gurupi investiu em ações abrangentes e integradas. Além disso, deu mais condições às escolas com a aquisição de aparelhos de celular, facilitando a comunicação com o pais, família dos alunos. Foram realizadas campanhas de conscientização, formações e mobilização envolvendo escolas, professores, pais, alunos e a comunidade em geral. Através de visitas domiciliares, a equipe identificou crianças e jovens que estavam fora da escola, analisando as principais causas do afastamento e traçando estratégias individuais para cada caso.

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O resultado de várias ações foi um avanço significativo na inclusão educacional em Gurupi. O secretário municipal da educação professor Davi Abrantes expressou sua satisfação com o sucesso do programa e destacou a importância da educação para o desenvolvimento da cidade. “Estamos muito felizes em atingir essa meta antecipadamente. A gestão da prefeita Josi Nunes tem o compromisso de garantir que todas as crianças de Gurupi tenham acesso à educação de qualidade e possam construir um futuro promissor”, disse.

O êxito na implementação do Busca Ativa Escolar em Gurupi serve como exemplo para outras cidades, mostrando que é possível superar desafios e alcançar resultados positivos quando há comprometimento e investimento na educação. A prefeitura continua trabalhando para manter os alunos na escola e garantir que a inclusão educacional seja uma realidade duradoura em Gurupi.

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EDUCAÇÃO

Estudantes do Tocantins são premiados no Concurso Museu das Águas Brasileiras

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Estudantes do Tocantins comemoram a classificação na 7ª edição do concurso “A água que queremos”, título original “The water we want”, que selecionou os melhores trabalhos sobre reflexões sobre a água. Entre os alunos destaques estão Gabriela Miranda Menezes, 11 anos, do Colégio Militar do Tocantins Presidente Costa e Silva, de Gurupi, com o poema “O futuro cabe em uma gota”; Micayron Pinheiro Guimarães, 16 anos, da 2ª série do ensino médio do Colégio Estadual Adá de Assis Teixeira, em Goiatins, que participou na categoria “Vídeo e outras mídias”, com a música “O Sangue da Terra”. Do Colégio Estadual Manoel Vicente de Souza, de Augustinópolis, dois estudantes alcançaram destaque, Verônica Heloísa Brito França e Cibelle de Sousa Rodrigues, na categoria “Vídeo e outras mídias”.

O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), incentiva os professores e alunos a participarem das olimpíadas científicas e concursos escolares para que os jovens tenham mais oportunidades.

Destaque na poesia

A estudante Gabriela fez uma analogia sobre a água, um líquido tão necessário, que se não for cuidado, será escasso em muitos locais. A aluna contou com a orientação da professora Milian Pereira Santana Silva. A obra se destacou pela originalidade, criatividade e alinhamento com a temática da preservação da água e da sustentabilidade, reforçando a importância das ações coletivas. O texto destaca a conexão entre a água e os ecossistemas e alerta para o desperdício e a poluição, reforçando que o futuro depende das escolhas do presente.

“Essa conquista representa muito mais do que alcançar um resultado, significa crescimento pessoal, responsabilidade e aprendizado para minha vida. Essa experiência me mostrou que, com dedicação e esforço, somos capazes de superar desafios e valorizar ainda mais cada oportunidade que recebemos. Além disso, essa conquista trouxe ensinamentos importantes sobre a importância do cuidado com a natureza e com a água, recursos essenciais para a sobrevivência de todos os seres vivos”, frisou a estudante Gabriela.

A professora Milian destacou a experiência significativa para a escola e para os estudantes. “Ver nossos alunos envolvidos em ações que promovem a conscientização ambiental e o compromisso com a preservação da água é motivo de grande orgulho. Essa vivência proporcionou importantes aprendizados sobre responsabilidade, cidadania e sustentabilidade, mostrando que a educação vai além da sala de aula e transforma atitudes no cotidiano. Além disso, reforçou a importância de despertar nos estudantes o cuidado com os recursos naturais e a compreensão de que pequenas ações podem gerar grandes impactos para o futuro do planeta”, explicou.

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Música traz o despertar da consciência

O estudante Micayron é coautor da canção “O Sangue da Terra”, um manifesto sonoro que exalta as águas brasileiras, do Aquífero Guarani ao rio São Francisco. A obra funciona como um alerta urgente contra a ganância e a favor da preservação natural.

O estudante Micayron falou sobre a conquista de ter um trabalho que está sendo destaque. “Eu nem consegui acreditar. Queria agradecer muito a parceria do professor, pois sem essa orientação não teria sido selecionado. E agora estamos torcendo pelo resultado final para que possamos estar na etapa internacional”, comemorou.

Para o professor orientador, Leandro Lima Carvalho, a conquista reflete a essência do ensino. “Nosso dever como educadores é contribuir com o protagonismo estudantil. A educação, quando bem direcionada, é transformadora. Juntos, unindo técnica e sensibilidade, transformamos poesia em um apelo fundamental pelo nosso futuro”, afirmou.

A música pode ser acessada no portal https://youtu.be/SFS_OaRoAcA?si=Af8ofKp_fWZ6ANzq.

De Augustinópolis

O Colégio Estadual Manoel Vicente de Souza já é destaque no concurso A Água que Queremos. No ano passado, a escola ficou entre os finalistas internacionais com a animação “Vida”. Neste ano, a estudante Verônica desenvolveu o trabalho “A água que queremos é a água que cuidamos”, e a aluna Cibelle apresentou a criação “Água: a essência da vida”. Os alunos contaram com a orientação dos professores Antonio Valdemarí Rodrigues Morais e Verônica Heloísa Brito França.

“A participação na 7ª edição do concurso internacional The Water We Want é muito interessante quando percebemos o interesse e a satisfação dos estudantes em terem seus trabalhos enviados. Ter dois trabalhos da nossa escola selecionados para a etapa internacional é gratificante e mostra que o Colégio Manoel Vicente está no caminho certo, tendo em vista que, no ano passado, já havíamos sido campeões no mesmo concurso e na mesma categoria com o trabalho do estudante Estevão Wendel, por meio da animação ‘Vida’”, afirmou o professor Valdemarí.

A estudante Verônica ressaltou a alegria da conquista. “Foi muito bom ter participado do Concurso Museu da Água. Não imaginava que seria uma das vencedoras na etapa nacional. Estou muito feliz e espero ser uma das vencedoras da etapa internacional”, contou. O vídeo pode ser conferido no link https://youtu.be/jdcIZIWWDvk?si=Y6_Bt8z-pON2OeHI.

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A aluna Cibele falou de sua criação. “Participar do concurso foi não só uma oportunidade de representar a cultura brasileira por meio da minha arte, mas também uma oportunidade de reconhecimento. Tem sido uma experiência bastante positiva, que expandiu minha criatividade”, declarou. Vídeo está disponível no You Tube https://youtu.be/NJbmky5djjc?si=b-vYIAMePaccrzUW.

Walquíria de Souza Milhomem, gerente de Programas e Projetos Pedagógicos da Seduc, reforçou a importância de as escolas participarem das olimpíadas e concursos científicos. “E não há satisfação maior para toda a equipe da Seduc do que presenciar o nosso Tocantins em destaque. Ver a dedicação dos nossos professores gerando frutos e ver nossos estudantes subindo ao pódio, sendo premiados e reconhecidos, é a maior prova de que a escola pública tem uma força transformadora. Cada premiação é uma vitória coletiva, do aluno, da família, da escola e de todo o estado”, afirmou.

A professora Walquíria destacou que essas competições vão muito além da busca por medalhas. “Elas são ferramentas pedagógicas poderosas que despertam o protagonismo, estimulam o pensamento crítico e revelam talentos que, muitas vezes, só precisavam de uma oportunidade para brilhar. Quando uma escola incentiva seus alunos a participarem, ela está expandindo os horizontes e mostrando que o conhecimento não tem fronteiras”, ressaltou.

Concurso

O concurso é promovido pela Wamu-net e divulgado no Brasil pelo Museu das Águas Brasileiras, e o objetivo é desafiar crianças e jovens a expressar, por meio de desenhos, vídeos, poesias e outras mídias, sobre a importância da água no cotidiano.

Foram selecionadas seis obras vencedoras na fase nacional, e a equipe organizadora preparou uma galeria completa com todos os trabalhos recebidos, estas podem ser conferidas no portal https://www.museudasaguasbrasileiras.org/results-www-7-2026.

“O concurso A Água que Queremos representa uma importante oportunidade para que as escolas fortaleçam a educação ambiental de forma sensível, criativa e transformadora. Ao participarem, os estudantes ampliam sua compreensão sobre a importância da água. Mais do que uma atividade educativa, o concurso desperta reflexões sobre responsabilidade coletiva, cidadania e respeito à vida”, explicou a professora Liliana Naval, do Museu das Águas Brasileiras.

                           

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