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Estudantes e professores da rede pública do Tocantins conquistam medalhas de ouro na Maratona Tech

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A educação do Tocantins recebe mais uma conquista, desta vez, são três estudantes e três professores que foram premiados com medalhas de ouro, na Maratona Tech 2025, considerado o maior evento de competição tecnológica do país, que reúne alunos de escolas públicas e privadas. O resultado evidencia que as ações realizadas pelo Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), estão dando certo, como o Programa de Fortalecimento da Educação (PROFE), responsável por ações de valorização da escola e dos educadores.

Um dos estudantes premiados é Micayron Pinheiro Guimarães, 15 anos, que conquistou medalha de ouro, na categoria III. Micayron cursa a 1ª série do ensino médio, na Escola Estadual Adá de Assis Teixeira, de Goiatins, e o seu professor orientador é Leandro Lima Carvalho, que também foi premiado com medalha de ouro.

O estudante desenvolveu o projeto de gerenciamento de lucros em pequenas mercearias. “O meu projeto, denominado Gestão de lucro, é voltado para pequenas mercearias, com foco em pequenos comerciantes que não possuem condições financeiras de adquirir um sistema empresarial completo para administrar as finanças, como o dinheiro investido e o lucro obtido, voltado exclusivamente para a venda de produtos. Experimentamos o projeto na mercearia de meus pais”, contou Micayron.

Micayron falou de sua alegria e aprendizagens em participar da Maratona Tech. “A cerimônia de premiação foi um evento extremamente excepcional e emocionante, que ocorreu no Insper. Eu tive o privilégio de conhecer pessoas incríveis e renomadas, como é o caso do ex-ministro da educação, Cristovam Buarque. A Maratona Tech 2025 é um evento que me fez realizar sonhos, conhecer pessoas incríveis e ter experiências únicas, mesclando trocas de conhecimento e culturas. Em São Paulo, tive a oportunidade de participar de palestras e atividades sensacionais em empresas e instituições renomadas como o Serviço Social do Comércio (Sesc), o Arco Instituto, o Spectra Investments e iFood”, afirmou.

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“Para a nossa comunidade escolar, foi uma grande surpresa termos ficado entre as 100 das melhores escolas nesta edição da Maratona Tech. Os estudantes que foram medalhistas de ouro nos afirmaram que sentiram uma grande emoção ao participarem da cerimônia”, explicou o professor Leandro. Ele enfatizou o quão é necessário o conhecimento sobre a utilização da inteligência artificial para a resolução de problemas diversos.

Ouro para São Valério

Outro aluno destaque é Cleydson Almiro Castro Modesto, que conquistou medalha de ouro na categoria nível II, da Escola Estadual Regina Siqueira Campos, de São Valério. O seu professor, Paulo Magno Bueno Maia, que leciona Matemática, também foi premiado com medalha de ouro.

O projeto desenvolvido pelo aluno tem o título “Quer acompanhar o crescimento das árvores da sua cidade, mas não sabe como começar?” e Cleydson desenvolveu um aplicativo que possibilita a população monitorar áreas verdes.

Ouro para Araguaína

Também foi premiada com medalha de ouro a estudante Isabela Palmer Fortes Ferreira, 12 anos, na categoria nível I. Ela estuda o 6º ano do ensino fundamental, na Escola Paroquial Luiz Augusto, de Araguaína. O seu professor orientador, que também recebeu medalha de ouro, é Murylo Rocha. Isabela foi acompanhada por sua mãe, Cristina Jane, para a cerimônia de premiação, em São Paulo. “Nós acreditamos na educação como alicerce. E isso mostra que a parceria entre família e escola é fundamental para que talentos como o de Isabela floresçam e alcancem todo o seu potencial”, frisou Cristina.

O projeto desenvolvido por Isabela foi “Resolução do problema da água quente no bebedouro”. Isabela desenvolveu uma solução que demonstra como a própria comunidade escolar pode utilizar princípios de tecnologia e inteligência artificial para diagnosticar, realizar a manutenção e promover o conserto de equipamentos de uso comum. A proposta vai além da simples inovação técnica, esta representa um guia de empoderamento cidadão, mostrando que a tecnologia acessível pode resolver problemas cotidianos e fortalecer o senso de coletividade.

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Escolas premiadas

Do Tocantins, foram premiados o Colégio Militar Professora Maria Guedes, de Palmeirópolis; Escola Estadual Dona Cândida de Freitas, de Divinópolis; Escola Estadual Euclides Bezerra Gerais, de Paranã; Escola Paroquial Luiz Augusto, de Araguaína; Centro de Ensino Médio Santa Rita de Cássia; Centro de Ensino Médio Tiradentes, de Palmas; Colégio Estadual Adá de Assis Teixeira, de Goiatins; Colégio Estadual Manoel Vicente de Sousa, de Augustinópolis; Colégio Estadual Marechal Ribas Júnior, de Axixá do Tocantins; Colégio Estadual Regina Siqueira Campos, de São Valério; Colégio Estadual Rui Barbosa, de Araguaína; Colégio João D’Abreu, de Dianópolis; e Colégio Militar Diaconízio Bezerra da Silva, de Paraíso do Tocantins.

Competição

A Maratona Tech tem a proposta de incentivar o interesse dos jovens por carreiras na área da tecnologia e desenvolver o pensamento científico, crítico e criativo. É uma realização da Associação Castus e do Movimento Tech e, neste ano, a competição contabilizou 280 mil estudantes inscritos.

Uma das atividades propostas de atividades na primeira fase da competição foi a sugestão de soluções para problemas vigentes na comunidade escolar. A segunda etapa da competição foi realizada com o aluno e a equipe de organização, com leituras e tarefas práticas.

A Maratona Tech valoriza o trabalho de envolvimento realizado pelo professor e pela escola.

Premiação

Neste ano, a Comissão Organizadora distribuiu 525 medalhas, sendo 35 de ouro, 140 de prata e 350 de bronze.

As escolas mais engajadas receberam placas de reconhecimento e os professores destaques receberam medalhas.

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EDUCAÇÃO

Estudantes do Tocantins são premiados no Concurso Museu das Águas Brasileiras

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Estudantes do Tocantins comemoram a classificação na 7ª edição do concurso “A água que queremos”, título original “The water we want”, que selecionou os melhores trabalhos sobre reflexões sobre a água. Entre os alunos destaques estão Gabriela Miranda Menezes, 11 anos, do Colégio Militar do Tocantins Presidente Costa e Silva, de Gurupi, com o poema “O futuro cabe em uma gota”; Micayron Pinheiro Guimarães, 16 anos, da 2ª série do ensino médio do Colégio Estadual Adá de Assis Teixeira, em Goiatins, que participou na categoria “Vídeo e outras mídias”, com a música “O Sangue da Terra”. Do Colégio Estadual Manoel Vicente de Souza, de Augustinópolis, dois estudantes alcançaram destaque, Verônica Heloísa Brito França e Cibelle de Sousa Rodrigues, na categoria “Vídeo e outras mídias”.

O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), incentiva os professores e alunos a participarem das olimpíadas científicas e concursos escolares para que os jovens tenham mais oportunidades.

Destaque na poesia

A estudante Gabriela fez uma analogia sobre a água, um líquido tão necessário, que se não for cuidado, será escasso em muitos locais. A aluna contou com a orientação da professora Milian Pereira Santana Silva. A obra se destacou pela originalidade, criatividade e alinhamento com a temática da preservação da água e da sustentabilidade, reforçando a importância das ações coletivas. O texto destaca a conexão entre a água e os ecossistemas e alerta para o desperdício e a poluição, reforçando que o futuro depende das escolhas do presente.

“Essa conquista representa muito mais do que alcançar um resultado, significa crescimento pessoal, responsabilidade e aprendizado para minha vida. Essa experiência me mostrou que, com dedicação e esforço, somos capazes de superar desafios e valorizar ainda mais cada oportunidade que recebemos. Além disso, essa conquista trouxe ensinamentos importantes sobre a importância do cuidado com a natureza e com a água, recursos essenciais para a sobrevivência de todos os seres vivos”, frisou a estudante Gabriela.

A professora Milian destacou a experiência significativa para a escola e para os estudantes. “Ver nossos alunos envolvidos em ações que promovem a conscientização ambiental e o compromisso com a preservação da água é motivo de grande orgulho. Essa vivência proporcionou importantes aprendizados sobre responsabilidade, cidadania e sustentabilidade, mostrando que a educação vai além da sala de aula e transforma atitudes no cotidiano. Além disso, reforçou a importância de despertar nos estudantes o cuidado com os recursos naturais e a compreensão de que pequenas ações podem gerar grandes impactos para o futuro do planeta”, explicou.

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Música traz o despertar da consciência

O estudante Micayron é coautor da canção “O Sangue da Terra”, um manifesto sonoro que exalta as águas brasileiras, do Aquífero Guarani ao rio São Francisco. A obra funciona como um alerta urgente contra a ganância e a favor da preservação natural.

O estudante Micayron falou sobre a conquista de ter um trabalho que está sendo destaque. “Eu nem consegui acreditar. Queria agradecer muito a parceria do professor, pois sem essa orientação não teria sido selecionado. E agora estamos torcendo pelo resultado final para que possamos estar na etapa internacional”, comemorou.

Para o professor orientador, Leandro Lima Carvalho, a conquista reflete a essência do ensino. “Nosso dever como educadores é contribuir com o protagonismo estudantil. A educação, quando bem direcionada, é transformadora. Juntos, unindo técnica e sensibilidade, transformamos poesia em um apelo fundamental pelo nosso futuro”, afirmou.

A música pode ser acessada no portal https://youtu.be/SFS_OaRoAcA?si=Af8ofKp_fWZ6ANzq.

De Augustinópolis

O Colégio Estadual Manoel Vicente de Souza já é destaque no concurso A Água que Queremos. No ano passado, a escola ficou entre os finalistas internacionais com a animação “Vida”. Neste ano, a estudante Verônica desenvolveu o trabalho “A água que queremos é a água que cuidamos”, e a aluna Cibelle apresentou a criação “Água: a essência da vida”. Os alunos contaram com a orientação dos professores Antonio Valdemarí Rodrigues Morais e Verônica Heloísa Brito França.

“A participação na 7ª edição do concurso internacional The Water We Want é muito interessante quando percebemos o interesse e a satisfação dos estudantes em terem seus trabalhos enviados. Ter dois trabalhos da nossa escola selecionados para a etapa internacional é gratificante e mostra que o Colégio Manoel Vicente está no caminho certo, tendo em vista que, no ano passado, já havíamos sido campeões no mesmo concurso e na mesma categoria com o trabalho do estudante Estevão Wendel, por meio da animação ‘Vida’”, afirmou o professor Valdemarí.

A estudante Verônica ressaltou a alegria da conquista. “Foi muito bom ter participado do Concurso Museu da Água. Não imaginava que seria uma das vencedoras na etapa nacional. Estou muito feliz e espero ser uma das vencedoras da etapa internacional”, contou. O vídeo pode ser conferido no link https://youtu.be/jdcIZIWWDvk?si=Y6_Bt8z-pON2OeHI.

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A aluna Cibele falou de sua criação. “Participar do concurso foi não só uma oportunidade de representar a cultura brasileira por meio da minha arte, mas também uma oportunidade de reconhecimento. Tem sido uma experiência bastante positiva, que expandiu minha criatividade”, declarou. Vídeo está disponível no You Tube https://youtu.be/NJbmky5djjc?si=b-vYIAMePaccrzUW.

Walquíria de Souza Milhomem, gerente de Programas e Projetos Pedagógicos da Seduc, reforçou a importância de as escolas participarem das olimpíadas e concursos científicos. “E não há satisfação maior para toda a equipe da Seduc do que presenciar o nosso Tocantins em destaque. Ver a dedicação dos nossos professores gerando frutos e ver nossos estudantes subindo ao pódio, sendo premiados e reconhecidos, é a maior prova de que a escola pública tem uma força transformadora. Cada premiação é uma vitória coletiva, do aluno, da família, da escola e de todo o estado”, afirmou.

A professora Walquíria destacou que essas competições vão muito além da busca por medalhas. “Elas são ferramentas pedagógicas poderosas que despertam o protagonismo, estimulam o pensamento crítico e revelam talentos que, muitas vezes, só precisavam de uma oportunidade para brilhar. Quando uma escola incentiva seus alunos a participarem, ela está expandindo os horizontes e mostrando que o conhecimento não tem fronteiras”, ressaltou.

Concurso

O concurso é promovido pela Wamu-net e divulgado no Brasil pelo Museu das Águas Brasileiras, e o objetivo é desafiar crianças e jovens a expressar, por meio de desenhos, vídeos, poesias e outras mídias, sobre a importância da água no cotidiano.

Foram selecionadas seis obras vencedoras na fase nacional, e a equipe organizadora preparou uma galeria completa com todos os trabalhos recebidos, estas podem ser conferidas no portal https://www.museudasaguasbrasileiras.org/results-www-7-2026.

“O concurso A Água que Queremos representa uma importante oportunidade para que as escolas fortaleçam a educação ambiental de forma sensível, criativa e transformadora. Ao participarem, os estudantes ampliam sua compreensão sobre a importância da água. Mais do que uma atividade educativa, o concurso desperta reflexões sobre responsabilidade coletiva, cidadania e respeito à vida”, explicou a professora Liliana Naval, do Museu das Águas Brasileiras.

                           

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