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Município de Gurupi implanta protocolo para tratamento de lesões crônicas na rede pública de saúde

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A Secretaria Municipal de Saúde de Gurupi (Semus) conta agora com um projeto pioneiro para tratamento de lesões crônicas, criado para padronizar procedimentos, otimizar recursos e garantir um atendimento humanizado aos pacientes. O protocolo elaborado pela Comissão de Curativos estabelece diretrizes para os profissionais da Atenção Básica e do Serviço de Atenção Domiciliar (SAD), definindo critérios de elegibilidade, fluxos de atendimento e responsabilidades da equipe multidisciplinar envolvida.

O tratamento de feridas de difícil cicatrização é considerado um desafio de saúde pública, pois afeta diretamente a qualidade de vida dos pacientes e pode gerar complicações graves. Com a implantação do novo protocolo, Gurupi garante mais segurança para pacientes e profissionais, além de melhorar a eficiência do serviço.

A prefeita de Gurupi, Josi Nunes, destacou que o novo serviço representa mais um avanço para a saúde da cidade. “Esse novo protocolo reforça o nosso compromisso com a saúde de quem mais precisa. É mais qualidade de vida, cuidado e humanização para a população de Gurupi.”

Para Christiane de Paula, farmacêutica e presidente da Comissão de Curativos, o protocolo possibilita unificar as condutas, agilizar o fornecimento de insumos e oferecer um cuidado especializado que reduz complicações e melhora a qualidade de vida de quem necessita desse tratamento. “Esse atendimento humanizado também possibilita a redução do tempo de cicatrização e um acompanhamento contínuo, garantindo maior conforto e segurança aos pacientes. É um grande avanço para a saúde pública municipal”, ressaltou.

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A secretária municipal de Saúde, Luana Nunes, reforçou que a iniciativa fortalece a rede de atenção básica. “Com esse protocolo garantimos um tratamento especializado, ágil e seguro para os pacientes com lesões crônicas, oferecendo mais conforto e melhores resultados de recuperação”.

Profissionais

Fazem parte da equipe que executará o projeto: médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, odontólogos, auxiliares de saúde bucal, agentes comunitários de saúde e profissionais das equipes E-Multi. A médica Andreia Bastos, explicou que o tratamento é personalizado e o paciente só terá alta do projeto quando a ferida cicatrizar.

“A gente começou a observar que a gente tinha muitos pacientes com mais de 20 anos, com lesões crônicas, lesões exsudativas (com secreção). E esse projeto, visa minimizar a problemática e o tratamento para fechar essas feridas, evitando contaminação, inflamação, são pacientes que sofrem muito e esse tratamento especializado vai fazer a diferença na vida dessas pessoas”.

Público alvo e critérios

O serviço é destinado a moradores de Gurupi que comprovem residência, estejam cadastrados no SUS e apresentem lesões de difícil cicatrização há pelo menos seis meses. Todos os pacientes com feridas ou lesões devem ser avaliados inicialmente pelos enfermeiros das Unidades de Saúde da Família. Caso se enquadrem nos critérios, são cadastrados e o processo é enviado para análise da Comissão de Curativos. Depois de aprovado, o paciente começa a receber o tratamento com os insumos e medicamentos adequados.

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Primeiro paciente atendido pelo projeto que teve início nesta quinta-feira (18), o aposentado Luiz Antônio Bruno das Neves, que sofre a 20 anos com ferida nas duas pernas na região dos tornozelos disse estar esperançoso com o novo tratamento. “ Eu sempre faço os curativos com a equipe da minha unidade, mas quando me falaram desse projeto senti uma esperança de ter melhora, são muitos anos sofrendo com isso”.

Para ser incluído no protocolo é necessário apresentar comprovante de residência atualizado, cartão do SUS e assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), documento que confirma ciência sobre o tratamento e possíveis reações. Também é preciso comprovar que já faz acompanhamento da lesão crônica junto à equipe da Estratégia de Saúde da Família ou do SAD.

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Na Copa, violência contra a mulher não entra em campo: Gurupi lança campanha de conscientização e enfrentamento à violência

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Com o objetivo de reforçar a conscientização e prevenir casos de violência contra as mulheres durante o período da Copa do Mundo, a Secretaria Municipal da Mulher e Cidadania de Gurupi, sob a liderança da secretária Cristina Donato Leandro, em parceria com a Rede de Proteção e Acolhimento às Mulheres Vítimas de Violência, promove a campanha “Na Copa, violência contra a mulher não entra em campo”.

A iniciativa busca mobilizar a população para a construção de uma cultura de respeito, igualdade e não violência, lembrando que a paixão pelo futebol deve ser vivida com alegria, união e responsabilidade. A campanha levará mensagens educativas à comunidade, incentivando a prevenção da violência e fortalecendo a divulgação dos canais de denúncia e dos serviços de acolhimento disponíveis no município.

Segundo a secretária Cristina Donato, a campanha é um chamado para que toda a sociedade participe ativamente da proteção das mulheres. “Queremos que a Copa seja um momento de celebração e união. Nenhuma mulher deve sofrer qualquer tipo de violência dentro ou fora de casa. O respeito deve ser o principal campeão em todas as partidas”, destacou.

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A Rede de Proteção e Acolhimento às Mulheres Vítimas de Violência reforça que Gurupi possui uma rede integrada de atendimento, preparada para acolher, orientar e encaminhar mulheres em situação de violência, garantindo acesso aos seus direitos e à proteção necessária.

A campanha convida torcedores, famílias, instituições e toda a comunidade a entrarem em campo contra a violência de gênero, promovendo relações baseadas no respeito, na dignidade e na cidadania.

“Na Copa, violência contra a mulher não entra em campo.” Uma campanha da Secretaria Municipal da Mulher e Cidadania de Gurupi e da Rede de Proteção e Acolhimento às Mulheres Vítimas de Violência.

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