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Hospital e Maternidade Dona Regina conclui mais uma turma no curso de preparação para gestantes

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Com o objetivo de orientar gestantes e seus acompanhantes sobre o momento do parto, o Hospital e Maternidade Dona Regina Siqueira Campos (HMDR) promoveu na quarta, 19, o Curso Preparatório para o Parto. A iniciativa segue as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) e é coordenado pela Equipe Matricial de Humanização do hospital.

No curso gratuito, que acontece todo mês, são abordados temas como sinais do trabalho de parto; quando ir para o hospital; o que fazer se a bolsa romper; a importância do trabalho de parto para o bebê; indução do parto normal e quando são indicadas as cesáreas.

Interessadas em participar devem se inscrever pelo telefone (63) 3218-7790 a partir do penúltimo mês da gestação. A modalidade presencial acontece no HMDR, ocasião em que são realizadas as visitas guiadas na unidade hospitalar.

A fisioterapeuta pélvica Carolina Barrionuevo destacou que, “o curso é fundamental para esclarecer dúvidas sobre o trabalho de parto e apresentar a estrutura do hospital às futuras mães. Nosso objetivo é orientar as gestantes em todo o processo, mostrando como funciona a assistência no HMDR e incentivando o parto normal sempre que possível, por ser a opção mais segura para mãe e bebê”.

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Para a comerciante Géssika Magalhães, grávida de seu primeiro filho, André, a experiência foi enriquecedora. “Eu achei muito importante a iniciativa, a fisioterapeuta nos informou como compõe a equipe de pré-parto do Dona Regina, o que tem na maternidade para assistir as mulheres. E a gente vem criando uma mentalidade de que o parto cesáreo é mais fácil, e o curso traz pra gente a realidade de que não é só uma cirurgia, mas sim que ele veio para salvar vidas, e não pra ser a nossa primeira opção. Enquanto que o parto normal é melhor tanto para a mãe, quanto para o bebê”.

Curso

O Curso Preparatório para o Parto é ofertado desde 2017 e no formato presencial. No período da pandemia, a unidade hospitalar continuou oferecendo o treinamento para as gestantes no formato online.

As aulas presenciais estão sendo retomadas gradativamente, mantendo a opção virtual para quem não puder comparecer e atende mulheres de todo o Estado. O conteúdo do curso é o mesmo nos dois formatos.

As inscrições estão abertas o ano todo e cada gestante é direcionada para a turma conforme sua data provável do parto. Além das aulas, as participantes são adicionadas a um grupo de WhatsApp, onde podem continuar trocando informações e tirando dúvidas com a equipe.

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SAÚDE

Justiça determina que Hospital Dom Orione mantenha atendimento pelo SUS

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A Justiça do Tocantins deferiu, nesta segunda-feira (27), o pedido de tutela antecipada apresentado pelo Governo do Estado e determinou que a Casa de Caridade Dom Orione mantenha integralmente a prestação dos serviços hospitalares contratualizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão foi proferida pela juíza Renata Teresa da Silva Macor, durante o Plantão Judicial.

A ação foi ajuizada pelo Estado após a direção do Hospital Dom Orione comunicar a intenção de suspender procedimentos eletivos de média e alta complexidade, alegando atraso em repasses financeiros. Entre os serviços que poderiam ser interrompidos estavam cirurgias cardíacas, neurocirurgias, cirurgias urológicas e endovasculares, especialidades que fazem do hospital uma das principais referências em atendimento de alta complexidade da Macrorregião Norte do Tocantins.

Na decisão, a magistrada destacou que a saúde é um direito fundamental assegurado pela Constituição Federal e que os serviços prestados por instituições privadas contratadas pelo SUS possuem natureza essencial, não podendo ser interrompidos em razão de controvérsias financeiras. Segundo a decisão, eventuais divergências relacionadas a pagamentos devem ser solucionadas pelas vias administrativas ou judiciais, sem prejuízo à população usuária do sistema público de saúde.

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O Governo do Tocantins informou à Justiça que já adotou medidas para regularizar a situação financeira, incluindo a realização de auditoria e encontro de contas para apuração dos valores devidos. Também comprovou o pagamento de R$ 2.451.939,32, efetuado no último dia 23 de julho, referente aos contratos firmados com a instituição hospitalar, reduzindo o saldo pendente desses instrumentos para R$ 12.641.061,68.

Ao analisar o caso, a magistrada considerou que havia elementos suficientes para demonstrar a probabilidade do direito alegado pelo Estado e o risco de prejuízos à população caso os atendimentos fossem interrompidos. A decisão ressalta que a suspensão dos serviços poderia provocar o cancelamento de procedimentos especializados, aumentar a fila de espera e comprometer a assistência a pacientes que dependem do SUS.

Com a tutela antecipada, o Hospital Dom Orione deverá manter a regular prestação de todos os serviços hospitalares e ambulatoriais previstos nos Contratos Administrativos nº 127/2022 e nº 410/2026, incluindo consultas, exames, internações, leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), atendimentos de urgência e emergência, além de procedimentos cirúrgicos eletivos e de alta complexidade.

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Em caso de descumprimento da ordem judicial, foi fixada multa diária de R$ 10 mil, limitada inicialmente a R$ 100 mil. A Justiça também determinou a intimação imediata da instituição para cumprimento da decisão.

A Secretaria de Estado da Saúde reafirma seu compromisso com a continuidade da assistência à população tocantinense e destaca que seguirá adotando todas as medidas administrativas e judiciais necessárias para garantir o funcionamento regular da rede pública de saúde e preservar o atendimento aos usuários do SUS.

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