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Deputado Gutierres Torquato Solicita, em Regime de Urgência, Instalação de UTI no Hospital Regional de Dianópolis

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O deputado estadual Gutierres Torquato apresentou um requerimento em regime de urgência, solicitando ao Governo do Estado do Tocantins, com cópia à Secretaria da Saúde, a instalação de uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) no Hospital Regional de Dianópolis. A proposta, apresentada nesta quarta-feira, 28, visa atender a uma demanda urgente da população e é vista como essencial para melhorar a infraestrutura de saúde na região sudeste do estado.

O Hospital Regional de Dianópolis é um polo referencial para diversos municípios, incluindo Taguatinga, Ponte Alta, Novo Jardim, Porto Alegre, Almas, Taipas do Tocantins, Rio da Conceição e Conceição do Tocantins, abrangendo uma população de aproximadamente 90 mil pessoas. Atualmente, quando há necessidade de atendimento intensivo, os pacientes são transferidos para outras cidades, em viagens que podem demorar mais de três horas, um fator que pode ser decisivo para a vida de quem está em estado crítico.

O deputado destacou que a ausência de uma UTI no hospital sobrecarrega outras unidades de saúde, especialmente o Hospital Geral de Palmas (HGP), contribuindo para a superlotação e colocando em risco a vida dos pacientes que precisam de atendimento urgente. “A instalação de uma UTI em Dianópolis não apenas melhoraria o atendimento na região, mas também aliviaria a pressão sobre o HGP, permitindo uma resposta mais rápida e eficiente aos casos graves,” argumentou Gutierres Torquato.

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Gutierres finalizou seu pedido com um apelo aos demais parlamentares para que apoiem a aprovação do requerimento, ressaltando a importância da medida para assegurar uma melhor qualidade de vida a toda a população tocantinense. “Precisamos garantir que todos tenham acesso a um atendimento de saúde digno e eficiente, independentemente de onde estejam no estado,” concluiu o deputado.

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Detran/TO realiza vistoria dos transportes escolares nos 139 municípios do estado

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O Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins (Detran/TO), iniciou nesta segunda-feira, 3, o trabalho de vistoria dos transportes escolares do segundo semestre de 2026. A inspeção segue até o dia 5 de setembro e tem como objetivo verificar se os veículos utilizados no transporte de estudantes estão em condições adequadas de circulação, conforme as diretrizes do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

As inspeções serão realizadas nos 139 municípios do Tocantins, conforme cronograma disponível em: https://central.to.gov.br/download/487462. Durante a vistoria, são verificados 32 itens de segurança, além da documentação dos veículos. Também é conferido se os condutores possuem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria compatível com a atividade e curso especializado para transporte escolar.

Termo de Autorização de Transporte Escolar

Os veículos que atenderem a todas as exigências relacionadas aos itens de segurança, documentação e habilitação do condutor recebem o Termo de Autorização de Transporte Escolar, afixado no para-brisa dianteiro, com validade de seis meses.

Já os veículos considerados inaptos ficam impedidos de circular até que todas as irregularidades sejam sanadas e aprovadas em nova vistoria.

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Após a conclusão das inspeções, é elaborado um relatório com os resultados, encaminhado ao Ministério Público do Estado do Tocantins (MPTO) para as providências cabíveis em relação às irregularidades constatadas.

Penalidades

A circulação de veículo escolar considerado inapto configura infração gravíssima, sujeita à aplicação de sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), remoção do veículo e multa de R$ 1.467,35, conforme o artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro.

Quando o condutor estiver realizando transporte escolar sem o curso especializado obrigatório, a infração também é de natureza gravíssima, com sete pontos na CNH, multa de R$ 293,47 e retenção do veículo até a apresentação de condutor habilitado.

Circular com veículo inapto também pode resultar em responsabilização por improbidade administrativa. Irregularidades na prestação do serviço de transporte escolar podem ser comunicadas aos órgãos responsáveis pela fiscalização de trânsito, como o Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), a Polícia Militar (PM), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Secretaria de Estado da Educação (Seduc).

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