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Audiência Pública

Cerca de 100 pessoas participam de Audiência Pública para a PNAB na regional de Araguaína

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Quase 100 pessoas participaram presencialmente do segundo dia de audiência pública para a Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), realizada no campus da Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT), em Araguaína, nesta terça-feira, 12, em uma iniciativa do Governo do Tocantins, por meio da Secretaria da Cultura (Secult). Na oportunidade, fazedores de cultura, gestores e sociedade civil da região puderam apresentar demandas e discutir, junto à equipe técnica da Secult, questões necessárias para a elaboração do Plano Anual de Aplicação dos Recursos (PAAR) e de futuros editais.

Além da superintendente de Fomento e Incentivo à Cultura, Kátia Maia Flores, e equipe, o evento contou com a participação do secretário municipal de Esporte, Cultura e Lazer de Araguaína, Edson Carvalho, e do pró-reitor de Assistência Estudantil da UFNT, José Manoel Sanches, que na ocasião representou Airton Sieben, reitor da instituição. A audiência também contou com a presença de representantes dos municípios de Arapoema, Aragominas, Colinas, Darcinópolis, Juarina, Pedro Afonso, Muricilândia e Xambioá, o que totalizou o número de 94 credenciados.

“Nós estamos muito felizes de fazer esse trabalho de aproximação das pessoas e conhecer a realidade delas. Nós queremos trazer essas vivências para os instrumentos que precisamos construir”, disse a superintendente Kátia Maia Flores durante a reunião.

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Em sua fala, o secretário do Esporte, Cultura e Lazer da cidade de Araguaína, Edson Carvalho, discorreu sobre a importância da participação de todos para a retomada das políticas culturais. “A PNAB tem cinco anos garantidos para quem estiver formalizado e nós queremos que ela seja permanente durante esse tempo. Então temos que nos organizar e partir para a formação de políticas públicas culturais de igualdade”, disse.

De acordo com José Manoel Sanches, a PNAB é a resposta do Governo Federal para as questões do sentimento humano, colocando na arte a responsabilidade de humanização. O pró-reitor ainda colocou a Universidade à disposição para o fomento de políticas culturais. “Farei o possível para que a UFNT seja cada vez mais esse espaço apoiador de cultura  e de humanização”.

Durante a plenária, os fazedores de cultura apontaram suas sugestões para a elaboração do PAAR e dos editais. Eles dialogaram sobre a descentralização dos recursos e capacitações técnicas para os municípios do interior do Tocantins, além de uma avaliação de acompanhamento para saber como os recursos foram investidos. Além disso, sugeriram editais mais específicos e de fácil entendimento, e um mapeamento dos fazedores de cultura das regiões.

Gustavo André faz parte do grupo de Cultura Popular de Araguaína e comentou sobre a necessidade da chegada dos cursos de qualificação para elaboração de projetos nas cidades do interior. “É preciso que os cursos de formação e elaboração de projetos cheguem até o interior, pois muitos têm dúvidas em como construir um”, disse.

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Para Ayra Galdino, moradora do município de Juarina, a realização das audiências públicas nas regionais do Estado é necessária para que as demandas dos municípios do interior sejam levadas até a capital, Palmas.

“Essa aproximação do poder público estadual com o municipal é importante para que os recursos cheguem até nós”, disse Salim Bucar Neto, secretário da Cultura e Esporte do município de Pedro Afonso.

Já o agente cultural Thiago José comentou que as audiências públicas servirão para que o Governo veja quem são os artistas e suas principais atividades culturais. “Isso é importante para que entendam quantas pessoas, quais culturas são feitas por elas e de que forma elas podem ser contempladas”.

Próximas audiências públicas

14/03 (Quinta-feira)  8h – Gurupi (Câmara dos Vereadores)

15/03 (Sexta-feira)  8h – Arraias (Câmara dos Vereadores)

22/03 (Sexta-feira)  9h – Palmas (Auditório da Assembleia Legislativa)

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Prefeitura de Gurupi lança programa Opera Gurupi com previsão de realizar 1,5 mil cirurgias eletivas

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A Prefeitura de Gurupi, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, deu o pontapé inicial, na manhã desta sexta-feira, 07, no Programa Opera Gurupi, uma iniciativa criada para ampliar o acesso da população aos procedimentos cirúrgicos eletivos e contribuir para zerar a fila espera por cirurgias no município.

O lançamento foi realizado na Policlínica de Gurupi e contou com a presença da prefeita Josi Nunes, do secretário municipal de Saúde, Ricardo Silva, além de autoridades locais, profissionais da saúde e pacientes que serão beneficiados pelo programa.

Com investimento de R$ 11 milhões, viabilizado por meio de emenda parlamentar do senador Irajá, o Opera Gurupi tem como meta realizar aproximadamente 1.500 cirurgias eletivas de baixa e média complexidade.

O primeiro passo do programa começou nesta sexta-feira, com as consultas pré-operatórias dos pacientes que serão submetidos às cirurgias gerais. A partir dessa etapa, os pacientes passarão pelas avaliações necessárias para a realização dos procedimentos.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Ricardo Silva, a expectativa é que as primeiras cirurgias sejam realizadas ainda neste mês, por volta do dia 24 de agosto. “Hoje estamos dando o primeiro passo efetivo do Opera Gurupi, começando pelas consultas pré-operatórias. O nosso critério foi muito claro: começar por quem estava há mais tempo aguardando na fila do SISREG. A partir dessa avaliação, vamos avançar para os procedimentos, e nossa expectativa é que as primeiras cirurgias aconteçam ainda em agosto, por volta do dia 24”, explicou Ricardo.

Os procedimentos serão realizados no Hospital do Caju, em Paraíso do Tocantins. Para garantir que os pacientes tenham acesso ao atendimento, o programa também contará com toda a estrutura de suporte e logística necessária, incluindo o transporte dos pacientes de Gurupi até a unidade hospitalar e o retorno ao município.

“Uma demanda que a população nos cobrava muito”, destaca prefeita

Para a prefeita Josi Nunes, o lançamento do Opera Gurupi representa a concretização de uma ação considerada prioritária para a saúde municipal. Segundo ela, a redução da fila de cirurgias era uma demanda recorrente apresentada pela população, especialmente por pacientes que aguardavam há anos pela realização dos procedimentos. “Essa era uma demanda muito importante que precisávamos atender. A fila de cirurgias era uma realidade que a população nos apresentava constantemente. Pessoas que estavam há anos esperando por um procedimento, convivendo com dor, limitações e, muitas vezes, sem saber quando conseguiriam realizar a cirurgia. Nós fomos atrás dos recursos, buscamos viabilizar esse projeto e conseguimos, junto ao senador Irajá, os R$ 11 milhões para colocar o Opera Gurupi em funcionamento”, afirmou a prefeita.

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Josi Nunes destacou ainda que o programa representa um esforço conjunto para levar mais agilidade ao atendimento e proporcionar mais qualidade de vida aos pacientes que aguardam pelos procedimentos. “Hoje é um dia muito importante porque estamos transformando uma necessidade em atendimento. O Opera Gurupi significa esperança para quem esperou tanto tempo e, principalmente, significa saúde, dignidade e qualidade de vida. Vamos trabalhar para que essa fila seja reduzida e para que as pessoas tenham o atendimento que tanto esperam”, ressaltou.

Pacientes aprovam o programa

Durante o lançamento, pacientes que foram convocados para participar da primeira etapa do Opera Gurupi acompanharam o início dos atendimentos e aprovaram a iniciativa da Prefeitura.

Entre elas estava a dona de casa Iracy Dolores, que foi chamada pela regulação e terá seu procedimento cirúrgico realizado por meio do programa. Ela comemorou a oportunidade de finalmente avançar para a realização da cirurgia. “Estou muito feliz e agradecida. A gente espera muito tempo por uma cirurgia e, quando recebe uma notícia dessas, é uma alegria muito grande. Quero agradecer à Prefeitura e a todos que estão trabalhando para que esse programa aconteça. Agora estou mais tranquila e com a esperança de que logo vou conseguir fazer minha cirurgia”, disse Iracy.

A aposentada Domingas Pereira também esteve na Policlínica. Ela levou o neto, de apenas 4 anos, que também aguardava na fila de regulação por um procedimento cirúrgico. Para ela, o início do programa representa alívio para toda a família. “É uma iniciativa muito importante. A gente fica preocupado quando uma criança precisa de uma cirurgia e passa tanto tempo esperando. Hoje estamos aqui e temos a certeza de que ele vai ser atendido. Só temos que agradecer e parabenizar a Prefeitura por olhar para essas pessoas que estavam esperando”, afirmou.

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O programa

O programa foi estruturado para atender pacientes que já estão inseridos na fila de regulação do município. A seleção segue a ordem cronológica de espera registrada no SISREG, priorizando inicialmente aqueles que aguardam há mais tempo.

A convocação não ocorre por demanda espontânea. Os pacientes são identificados pela regulação municipal e entram em contato com a equipe responsável para o agendamento das consultas e demais etapas necessárias antes da cirurgia.

Nesta primeira fase, serão realizadas as consultas pré-operatórias para as cirurgias gerais. Após as avaliações médicas e a liberação dos pacientes, os procedimentos serão encaminhados para realização no Hospital do Caju, em Paraíso do Tocantins.

Entre os procedimentos previstos pelo Opera Gurupi estão colecistectomias, incluindo por videolaparoscopia; cirurgias para tratamento de hérnias; histerectomias abdominal e vaginal; laqueadura; vasectomia; miomectomia; ooforectomia e ooforoplastia; tratamento de cistocele e hidrocele; hemorroidectomia; postectomia; histeroscopia cirúrgica; tratamento de varicocele; procedimentos relacionados à incontinência urinária, entre outras cirurgias de baixa e média complexidade.

Além da realização dos procedimentos, o programa prevê suporte aos pacientes durante o processo, com organização do deslocamento para o local das cirurgias e retorno a Gurupi.

Com o início do Opera Gurupi, a Prefeitura busca acelerar o atendimento dos pacientes que aguardam por procedimentos eletivos e avançar no enfrentamento da fila de cirurgias, garantindo que os moradores tenham acesso ao tratamento de forma organizada, seguindo critérios de regulação e prioridade definidos pelo sistema de saúde.

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