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SES-TO cria grupo para acompanhar as ações do PAGH-Cirúrgico

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Em busca por amenizar o tempo de espera, dos pacientes que aguardam por um procedimento cirúrgico eletivo, a Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO), criou um grupo de monitoramento das ações do Programa de Aprimoramento da Gestão Hospitalar (PAGH-Cirúrgico), conhecido como Opera Tocantins. Várias áreas técnicas da Pasta reúnem-se semanalmente, para alinhar as realizações de mutirões e o próximo ocorrerá, no sábado, 22, no Hospital Regional de Porto Nacional (HRPN), com previsão de 10 procedimentos ginecológicos.

“Ano passado tivemos um recorde de cirurgias eletivas, com 10.617 procedimentos e estamos trabalhando para que em 2023 possamos superar esta marca. Até a quinta, 20 de abril, foram 4.149 pessoas com o problema de saúde resolvido e a maioria desta produção é resultado das equipes de nossas unidades hospitalares estaduais, que não medem esforços para atender a população”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Afonso Piva de Santana.

Segundo o fisioterapeuta, especialista em gestão em redes de atenção à saúde e saúde coletiva, que faz parte da comissão e do quadro técnico da Superintendência de Unidades Hospitalares Próprias (SUHP/SES-TO), Diego Segger “estamos visitando os hospitais e alinhando com as equipes a disponibilidade das salas cirúrgicas e a disposição dos profissionais para realizarem cirurgias, pelo PAGH-Cirúrgico e atender a fila mais rápido. Já tivemos um bom retorno de Porto Nacional e Alvora e já estamos organizando a logística para deslocamento dos pacientes e atendimento deles, com a eficiência, o conforto e humanização que preconiza o Sistema Único de Saúde”, pontuou.

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“Este trabalho que a Secretaria tem feito diretamente com as equipes plantonistas faz a diferença, no sentido da adesão dos profissionais e no que diz respeito à organização da unidade hospitalar, estamos abertos a receber quantos pacientes forem possíveis. A gestão tem nos guarnecidos de medicamentos e insumos, que nos torna aptos a promover mutirões”, afirmou o diretor geral do HRPN, Welson Almeida.

Além das visitas às unidades hospitalares, os membros do grupo são responsáveis por contatar pacientes, organização de logísticas e ações de humanização na acolhida e no momento de alta dos pacientes. As atividades são alinhadas com encontros semanais.

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SAÚDE

Cinco pessoas serão beneficiadas após HGP realizar captação múltipla de órgãos

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A doação de órgãos é um ato de solidariedade que pode transformar vidas. Nesta terça-feira, 28, o Hospital Geral de Palmas (HGP) realizou mais uma captação múltipla de órgãos no Tocantins. A ação foi possível após a confirmação do diagnóstico de morte encefálica de uma doadora e a autorização da família para a doação.

Foram captados rins, fígado e córneas, que beneficiarão cinco pacientes que aguardam por um transplante. Com esta captação, o Tocantins contabiliza oito procedimentos de captação de órgãos realizados em 2026.

A captação seguiu os protocolos estabelecidos pelo Sistema Nacional de Transplantes e envolveu equipes especializadas responsáveis pela avaliação da doadora, manutenção clínica, confirmação do diagnóstico de morte encefálica, entrevista familiar, logística e retirada dos órgãos e tecidos.

Trabalho conjunto

Para que uma captação de órgãos fosse realizada, foi necessária a atuação integrada de diferentes equipes e instituições. Nesta ação, participaram uma equipe transplantadora de Brasília, com o suporte da Força Aérea Brasileira (FAB), além de profissionais da Central Estadual de Transplantes do Tocantins (CETTO),  Equipe Hospitalar de Doação para Transplante (E-DOT), da Organização de Procura de Órgãos (OPO) e do Banco de Olhos Público do Tocantins (BOTO).

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A operação também contou com o apoio da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/TO), por meio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), da Polícia Militar do Tocantins (PMTO), da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte Público, do Laboratório Central de Saúde Pública do Tocantins (Lacen/TO) e do Hemocentro, garantindo o suporte necessário para a execução de todas as etapas do processo.

Sobre a doação de órgãos

A doação de órgãos somente pode ocorrer após a confirmação da morte encefálica, caracterizada pela perda completa e irreversível das funções cerebrais, conforme os critérios estabelecidos pelo Conselho Federal de Medicina.

No Brasil, a retirada de órgãos e tecidos para transplante depende da autorização da família. Por isso, é importante que as pessoas conversem com seus familiares sobre o desejo de ser doadoras, para que essa vontade seja conhecida e possa ser respeitada.

Após a autorização familiar, os órgãos e tecidos são destinados aos receptores conforme critérios técnicos definidos pelo Sistema Nacional de Transplantes, considerando a compatibilidade entre doador e receptor, a gravidade clínica e a ordem da lista única de espera.

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