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SES-TO alerta a população para a prevenção e tratamento da Doença de Parkinson

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O Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson é celebrado em todo dia 11 de abril e foi estabelecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS), em 1998, com o objetivo de esclarecer a população sobre a doença e as possibilidades de tratamento para que o paciente e sua família tenham uma melhor qualidade de vida.

De acordo com a OMS, existem aproximadamente quatro milhões de pessoas no mundo, com a Doença de Parkinson, o que representa 1% da população mundial a partir dos 65 anos. No Brasil, a estimativa é de que 200 mil pessoas vivam com a enfermidade.

No Tocantins o tratamento da doença é ofertado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) na maioria dos municípios. “Dos 139 municípios apenas cinco centralizaram a oferta do tratamento para a gestão municipal os demais são assistidos pela gestão estadual, em unidades hospitalares geridas pelo Estado. Nestes locais são feitos diagnósticos, acompanhamentos e distribuição de medicamentos para uma melhor qualidade de vida dos pacientes”, explicou a superintendente de Políticas de Atenção à Saúde, Juliana Veloso.

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“O doente de Parkinson também pode usufruir de todos os benefícios que a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência assegura, desde que haja avaliação da deficiência, realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar, quando necessário”, complementou a superintendente.

Como parte do tratamento, a SES-TO oferece gratuitamente as medicações. Para ter acesso, o paciente diagnosticado pode solicitar nas unidades da Diretoria da Assistência Farmacêutica (DAF).

O médico neurologista, do Hospital Geral de Palmas, Vinícius Bessa, destaca a importância de estar alerta aos sintomas. “O tremor é um dos sintomas, mas existem casos em que o tremor é muito reduzido ou inexistente, além dos tremores, movimentos não intencionais ou incontroláveis, rigidez e dificuldade de equilíbrio, são alguns dos sintomas mais comuns. Geralmente, os sintomas começam de forma gradual e trazem dificuldades para a rotina da pessoa acometida”, explicou.

A doença

A Doença de Parkinson consiste em uma degeneração do sistema nervoso central, é crônica e progressiva. A principal causa está ligada a diminuição da produção de dopamina, um neurotransmissor que ajuda na transmissão de mensagens entre as células nervosas. O processo natural de envelhecimento já faz com que as células nervosas percam suas funcionalidades, porém, alguns indivíduos as perdem em um ritmo mais acelerado e assim manifestam os sintomas.

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É possível prevenir?

As formas comprovadas de prevenir a doença ainda são desconhecidas, porém, de forma geral, a prevenção das doenças degenerativas inclui, necessariamente, um estilo de vida e envelhecimento mais saudável, com ações como:

  • Realizar atividade física constante;
  • Manter um peso adequado;
  • Ter uma alimentação saudável e mais orgânica;
  • Ter boas noites de sono, descansando pelo menos oito horas;
  • Evitar o tabagismo e sedentarismo, que estão ligados ao desenvolvimento de doenças degenerativas ou surgimento mais precoce delas, como a Parkinson.

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No Dia Mundial de Proteção ao Aleitamento Materno, Governo do Tocantins destaca ações de incentivo à amamentação

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No Dia Mundial de Proteção ao Aleitamento Materno, celebrado nesta quinta-feira, 21, o Governo do Tocantins destaca o fortalecimento de ações de incentivo e apoio à amamentação. No Hospital e Maternidade Dona Regina Siqueira Campos (HMDR), em Palmas, a hora dourada (Golden Hour) é considerada uma etapa fundamental para o sucesso do aleitamento materno.

A hora dourada, período que compreende os primeiros 60 minutos de vida do bebê, é decisiva para a adaptação ao ambiente externo, o contato pele a pele imediato e o início da amamentação, fatores que contribuem para o fortalecimento do vínculo entre mãe e filho. O clampeamento oportuno do cordão umbilical e o estímulo à amamentação na primeira hora de vida estão entre as medidas priorizadas pelas equipes de saúde da unidade hospitalar.

O secretário de Estado da Saúde, Carlos Felinto, destaca a importância das ações desenvolvidas nas maternidades estaduais. “As nossas equipes estão capacitadas para garantir as práticas de estímulo à amamentação, promovendo um atendimento mais seguro, humanizado e acolhedor às mães e aos recém-nascidos”, pontua.

Hora dourada

A recomendação é que o contato pele a pele seja mantido por pelo menos uma hora. Em partos normais, esse tempo costuma ser facilmente preservado. Já nas cesarianas, o período pode ser reduzido devido aos procedimentos cirúrgicos e à necessidade de transferência da paciente, mas mesmo em intervalos menores já apresentam benefícios importantes.

A médica pediatra Bruna Muller explica que o contato pele a pele é uma das práticas mais importantes da Golden Hour. “O contato ajuda o recém-nascido a fazer essa transição da vida intrauterina para o ambiente externo, de forma mais tranquila e segura. Quando o bebê é colocado no colo da mãe logo após o nascimento, ele reconhece a voz, o cheiro, o calor e os batimentos cardíacos que já conhecia dentro da barriga. Isso favorece a regulação da respiração, da temperatura corporal e dos batimentos cardíacos, além de fortalecer o vínculo afetivo entre mãe e filho”, ressalta.

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A paciente Ana Keila Lopes Soares compartilhou a emoção de vivenciar o contato pele a pele logo após o nascimento do seu bebê no Hospital e Maternidade Dona Regina. “Já é o meu quarto filho e, em todas as experiências, tive esse contato pele a pele após o nascimento, o que determinou o sucesso da amamentação. Quando o bebê nasce e é colocado no colo, a gente sente que está tudo bem, que ele está saudável. O contato é totalmente diferente, muito mais intenso”, enfatizou.

Mãe pela primeira vez, Débora Letícia Barbosa Costa relatou a emoção de vivenciar a hora dourada após o parto. “Eu já conhecia a importância desse momento antes mesmo do nascimento do meu bebê. Quando ele nasceu e foi colocado no meu peito ainda na sala de parto, senti um alívio muito grande por vê-lo bem e comigo. Foi um momento muito marcante na minha vida como mãe. Consegui amamentá-lo ainda na primeira hora de vida. Apesar das dificuldades iniciais, a equipe foi muito parceira, me ajudou e me acolheu. Todo mundo que me atendeu me fez sentir respeitada e segura durante o parto”, salientou.

Além do cuidado humanizado e das ações de incentivo ao aleitamento materno, o Hospital e Maternidade Dona Regina também se destaca pelos números expressivos na assistência materno-infantil. Em março deste ano, a unidade alcançou a marca de 436 partos realizados, refletindo a atuação da equipe na assistência materno-infantil. Desse total, 184 foram partos normais, correspondendo a 42% dos procedimentos, enquanto 252 ocorreram por cesariana, representando 58% dos nascimentos registrados no período. Os dados evidenciam o compromisso da unidade em garantir atendimento seguro e qualificado às gestantes, respeitando as necessidades clínicas de cada caso.

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Estrutura e suporte

A Equipe Matricial de Humanização (EMH) da maternidade é composta por profissionais como fisioterapeuta, enfermeira, psicólogas, assistentes sociais e administrativa. Mensalmente, é realizado um conjunto de ações voltadas à preparação de gestantes e acompanhantes. Entre as atividades, está o curso de preparação para o parto, ofertado em formato presencial e on-line, oficina de amamentação ofertada a cada dois meses de forma on-line, sob orientação de uma profissional de fonoaudiologia, com apoio da equipe de humanização.

Outro serviço disponível é a visita guiada à maternidade, momento em que gestantes e acompanhantes conhecem a estrutura e o fluxo de atendimento. A atividade é agendada e ocorre, em geral, às terças-feiras, podendo haver datas extras conforme a demanda. Para garantir melhor organização e acolhimento, os grupos são reduzidos.

As iniciativas têm como objetivo preparar as gestantes para o parto, o nascimento e os primeiros cuidados com o bebê, incluindo orientações sobre a Golden Hour e o início da amamentação ainda nas primeiras horas de vida.

Aleitamento materno

O leite materno é o melhor alimento para bebês e a forma de proteção mais eficiente para diminuir as taxas de mortalidade infantil. Segundo o Ministério da Saúde, a amamentação é capaz de reduzir em até 13% os índices de mortes de crianças menores de cinco anos.

O aleitamento materno protege a criança da diarreia, de infecções respiratórias e alergias, além de evitar o risco de desenvolver hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade na vida adulta. Mães que amamentam também são protegidas em relação a diversas doenças. O Ministério da Saúde recomenda a amamentação até os dois anos de idade ou mais e, de forma exclusiva, nos seis primeiros meses de vida.

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