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Corregedoria da Saúde promove palestra para servidores

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Dando continuidade a série de capacitações para gestores, a Corregedoria da Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) promoveu na manhã desta terça-feira, 07, a palestra “Direitos e Deveres do Servidor dentro do Poder Hierárquico e Disciplinar”.

A capacitação foi direcionada às chefias das Superintendências de Gestão Profissional e Educação na Saúde; Aquisição e Estratégias de Logística, Executiva do Fundo Estadual de Saúde e Ouvidoria.

A corregedora da Saúde, Mayara Alves Maciel Lima Magalhães, esclarece que o contato das chefias com a corregedoria é de extrema importância. “Esta é a terceira palestra, e elas são necessárias para que a disciplina dentro da SES-TO funcione de forma plena. Não basta só a Corregedoria atuar lá na ponta, pois a disciplina começa com o poder hierárquico que cada um tem “, afirma .

“O tema é de extrema importância na vida profissional do servidor, ainda mais para as chefias, onde muitas vezes esse conhecimento é falho diante do foco no trabalho administrativo”, explicou o diretor de compras da SES-TO, Danyel de Moraes Avelino, um dos participantes da capacitação.

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O técnico da superintendência de Aquisição e Estratégias de Logística complementou que “a equipe da Corregedoria da Saúde está de parabéns por se disponibilizar e oferecer esse momento de conhecimento para a equipe da SES. Foi de grande valia e certamente agregou imensamente para os participantes”, finalizou.

Novas palestras

A série de palestras “Direitos e Deveres do Servidor dentro do Poder Hierárquico e Disciplinar” segue nesta quinta-feira, 09, com a equipe da Hemorrede Tocantins. Também estão agendadas palestras com as chefias da Superintendência de Gestão Administrativa e Hospital e Maternidade Dona Regina (HMDR), dia 14, e com gestores do Hospital Geral de Palmas (HGP), no dia 16.

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SAÚDE

Justiça determina que Hospital Dom Orione mantenha atendimento pelo SUS

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A Justiça do Tocantins deferiu, nesta segunda-feira (27), o pedido de tutela antecipada apresentado pelo Governo do Estado e determinou que a Casa de Caridade Dom Orione mantenha integralmente a prestação dos serviços hospitalares contratualizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão foi proferida pela juíza Renata Teresa da Silva Macor, durante o Plantão Judicial.

A ação foi ajuizada pelo Estado após a direção do Hospital Dom Orione comunicar a intenção de suspender procedimentos eletivos de média e alta complexidade, alegando atraso em repasses financeiros. Entre os serviços que poderiam ser interrompidos estavam cirurgias cardíacas, neurocirurgias, cirurgias urológicas e endovasculares, especialidades que fazem do hospital uma das principais referências em atendimento de alta complexidade da Macrorregião Norte do Tocantins.

Na decisão, a magistrada destacou que a saúde é um direito fundamental assegurado pela Constituição Federal e que os serviços prestados por instituições privadas contratadas pelo SUS possuem natureza essencial, não podendo ser interrompidos em razão de controvérsias financeiras. Segundo a decisão, eventuais divergências relacionadas a pagamentos devem ser solucionadas pelas vias administrativas ou judiciais, sem prejuízo à população usuária do sistema público de saúde.

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O Governo do Tocantins informou à Justiça que já adotou medidas para regularizar a situação financeira, incluindo a realização de auditoria e encontro de contas para apuração dos valores devidos. Também comprovou o pagamento de R$ 2.451.939,32, efetuado no último dia 23 de julho, referente aos contratos firmados com a instituição hospitalar, reduzindo o saldo pendente desses instrumentos para R$ 12.641.061,68.

Ao analisar o caso, a magistrada considerou que havia elementos suficientes para demonstrar a probabilidade do direito alegado pelo Estado e o risco de prejuízos à população caso os atendimentos fossem interrompidos. A decisão ressalta que a suspensão dos serviços poderia provocar o cancelamento de procedimentos especializados, aumentar a fila de espera e comprometer a assistência a pacientes que dependem do SUS.

Com a tutela antecipada, o Hospital Dom Orione deverá manter a regular prestação de todos os serviços hospitalares e ambulatoriais previstos nos Contratos Administrativos nº 127/2022 e nº 410/2026, incluindo consultas, exames, internações, leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), atendimentos de urgência e emergência, além de procedimentos cirúrgicos eletivos e de alta complexidade.

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Em caso de descumprimento da ordem judicial, foi fixada multa diária de R$ 10 mil, limitada inicialmente a R$ 100 mil. A Justiça também determinou a intimação imediata da instituição para cumprimento da decisão.

A Secretaria de Estado da Saúde reafirma seu compromisso com a continuidade da assistência à população tocantinense e destaca que seguirá adotando todas as medidas administrativas e judiciais necessárias para garantir o funcionamento regular da rede pública de saúde e preservar o atendimento aos usuários do SUS.

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