GURUPI

Naturatins

Equipes de fiscalização recolhem redes de pesca e pescado ilegal

Publicado em

Em mais uma etapa da Operação Piracema, equipes de fiscalização ambiental do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) e Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) realizaram patrulhamento aquático e terrestre nas zonas críticas às margens do Rio Javaés entre os municípios de Sandolândia e Formoso do Araguaia, ao Sul do Tocantins.

“Durante esta ação, as equipes coibiram uma das ações mais cruéis do homem sobre a fauna aquática local, que é a predação do pirarucu (Araipama gigas), espécie protegida por lei com período de piracema diferenciado”, enfatizou o gerente de Fiscalização, Cândido José dos Santos Neto. Nesta ação foram recolhidos mais de 1.400 metros de redes de emalhar de diversas malhas onde a maioria era feita em nylon, específica para captura do exemplar.

“As redes estavam armadas em locais estratégicos de berçário e procriação da espécie, não deixando nenhuma chance de defesa aos animais alvos da captura. Felizmente o material predatório foi recolhido evitando a prática do crime bárbaro e totalmente ilegal, embora recorrente na região”, informou o fiscal ambiental Romário Maracaípe.

Leia Também:  Governo do Tocantins seleciona empresas para a 16ª Pesca Trade Show em São Paulo

A ação de captura, abate e tráfico do pirarucu é visada na região dos rios e lagos daquela região, onde a espécie se faz natural ao habitat, ficando vulnerável em todos os períodos.

Na região do Bico do Papagaio, durante a ação foram percorridos aproximadamente 150km no rio Tocantins no Norte do Estado, abrangendo os municípios de Tocantinópolis, Itaguatins, Praia Norte, Sampaio e São Sebastião do Tocantins. A ação resultou no recolhimento de aproximadamente 1.200 metros de redes de emalhar de tamanhos diversos , três tarrafas, um arpão e 300 metros de espinhéis. Além do trabalho ostensivo, os agentes também realizaram trabalho de sensibilização ambiental, por meio da distribuição de material educativo.

Na região Central, entre a quinta-feira, 2, e o domingo, 5, foram feitas rotas terrestres em locais pesqueiros às margens dos Rio Urubu, Formoso e Javaés e Lagoa Verde. Foram fiscalizadas localidades nos municípios de Lagoa da Confusão e Pium.

Foi realizada ainda blitz na rodovia TO-255 saída para a Ilha do Bananal, onde foi apreendido 53 kg de pescado diversos, emitidos dois autos de infração totalizando um valor de R$ 2.460,00, dois termos de recolhimento e outros dois de doação. Outra blitz aconteceu na Rodovia Trans Javaés no trevo da P.A Barranco do Mundo.

Leia Também:  Governo do Tocantins impulsiona educação de Araguaína com destaque para o início das obras do novo Colégio Militar

“O pescado foi doado para a Secretaria de Ação Social de Lagoa da Confusão. Durante a blitz o BPMA apreendeu munições e conduziu o portador das munições para a Central de Flagrantes em Paraíso”, informou o gerente de Cândido José.

Outra ação, aconteceu entre a quarta-feira, 1º, e essa segunda-feira, 6. A referida operação percorreu o trecho fluvial do Rio Araguaia entre os municípios de Couto Magalhães a Pau D’arco.

Durante esse percurso foram recolhidos cerca 500 metros de redes de diversas malhas. Além das ações coercitivas, também foi realizado ação de educação ambiental com ribeirinhos quanto a importância desse período para a renovação, conservação e manutenção dos estoques pesqueiros nesses locais.

Advertisement

TOCANTINS

Portaria suspende autorizações de queima controlada no Tocantins até 31 de outubro

Published

on

A Portaria nº 190/2026, que suspende a emissão e a vigência das Autorizações Ambientais de Queima Controlada no Tocantins (AQCs), foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira, 24.

A medida, que entra em vigor na data de sua publicação, estabelece a suspensão das autorizações no período de 27 de julho a 31 de outubro. Durante esse intervalo, ficam suspensas a emissão de novas autorizações e a validade das já concedidas para a realização de queima controlada no estado.

A suspensão foi adotada devido ao risco de incêndios durante a estiagem, período em que a vegetação seca do Cerrado favorece a propagação do fogo.

A norma não se aplica às ações de prevenção e combate a incêndios florestais em Unidades de Conservação (UCs), às atividades educacionais e à agricultura de subsistência de comunidades tradicionais e indígenas.

Em caso de atividades educacionais que envolvam o uso do fogo, as instituições devem comunicar previamente o Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins).

Leia Também:  Governo do Tocantins seleciona empresas para a 16ª Pesca Trade Show em São Paulo
Continue Reading

GURUPI

TOCANTINS

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA